O sentimento de desconfiança era grande e apesar de não haver grandes objecções quanto ao acesso aos arquivos, tal não podia acontecer sem a autorização de Ander, um luxo ao qual Shruikan não se queria propriamente dar.

Cruzando-se com Ander, veio a saber que a corte real tinha pedido justificações quanto aos tumultos que se tinham feito sentir. Este chamou Dominic para o seu gabinete e concedeu a Shruikan livre circulação pela cidade, algo que ele aproveitou para repor o seu stock de equipamento.

De regresso ao templo, descobriu que Ander tinha convocado Dominic para aprender mais sobre o código usado pela guilda, e que ele próprio ponderou na mais-valia que seria uma investigação através dos artigos da Ordem. Shruikan ainda o inquiriu sobre esta súbita ideia que ele também ponderara, onde lhe foi dito que seria apenas uma alternativa a interrogar um número considerável de prisioneiros.

Agora com acesso à secção dos arquivos, sobre a condição de listar todos os documentos que consultar, Shruikan tinha duas questões em mente: alguém tinha dito alguma coisa a Ander sobre isto? E como é que ele iria encontrar alguma coisa numa enorme biblioteca?

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