No interior do templo ficou claro que Shruikan deveria regressar assim que os vários assuntos que tinha pendentes estivessem resolvidos. Assim poderiam focar-se devidamente na demanda que tinham diante deles.

Durante a conversação, Calarel retirou-se, deixando em cima do altar uma indumentária alusiva à Rainha dos Corvos, indumentária que Shruikan vestiu, prostando-se de seguida em reflexão e adoração.

Calarel regressou mais tarde para o congratular, e, grato pela oferta, Shruikan abandonou o templo para resolver os seus problemas.

No templo da Ordem de Bahamut, e debaixo dos olhares curiosos que agora se abatiam sobre ele, Shruikan confirmou com Ander os preparativos para o dia seguinte.

Avançando na direcção dos quartos, tratou de procurar Isovae, que parecia estar pronta para alguma forma de combate. Não foi fácil acalmá-la e fazê-la esperar pela altura certa, mas Shruikan conseguiu-o.

De volta às ruas de Silverkeep, tratou de vigia o palácio real, estudando as suas patrulhas e a localização precisa da família real. Demorou, mas do topo de um telhado Shruikan conseguiu respostas a algumas das suas perguntas, nomeadamente sobre a localização dos aposentos da rainha.

Retirando-se para dar o dia por terminado, apercebeu-se do meio-orc a tentar tomar os seus sentidos, e, confrontando-o, o mesmo pareceu satisfeito com o que ele estava a fazer.

Bastava apenas pôr os planos em prática.

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